Fuja dos negócios “mais ou menos”

negocios-mais-ou-menosCerta vez, em um bate papo sobre oportunidades que tive com o meu sócio Dr. David, ele comentou haver um padrão definido por algumas características que, de pessoa pra pessoa, entendemos como negócios bons, negócios ruins e negócios “mais ou menos”.

Vou tentar expressar o meu entendimento sobre os três tipos de negócio citados pelo meu sócio e dar algumas dicas para tomar a melhor decisão.

Os negócios bons alinham-se com os seus objetivos de vida, possuem clareza de fato, os envolvidos não escondem informações, todos vão correr riscos, são lógicos, não há brilhantismo, não há trapaças, você não precisa de várias reuniões para entender que é bom, e todos terão que fazer algum sacrifício, inclusive você.

Já os negócios ruins são tão inapropriados para os seus objetivos de vida que você recusa instantaneamente. Há muitas pessoas crescendo sem custos e distribuindo as responsabilidades, que deveriam ser delas, com outras pessoas. Ou então propostas milagrosas de crescimento rápido sem sacrifícios.

Agora vem o pior de todos os negócios. Sim, é ele. O negócio “mais ou menos”.

O negócio “mais ou menos” é aquele que você pensa de mais para tomar uma decisão, que você tenta encontrar um argumento bom no meio de vários ruins, tenta calcular o custo benefício inúmeras vezes, reuniões e mais reuniões, as regras variam entre o primeiro contato até a assinatura do contrato, alguém tenta esconder fatos, alguém não está correndo risco, alguém está trapaceando e/ou baixo entendimento do negócio ou clareza dos fatos.

Todo este tempo que você perde pensando se deve ou não deve aceitar, é dinheiro jogado no lixo. São horas de trabalho que deveriam estar sendo dedicadas em negócios bons, mas você optou por dedicar-se em algo “mais ou menos”. Sentiu o drama?

Existe uma solução? Sim. Eu indico que você tome decisões rapidamente e recuse os negócios “mais ou menos” na mesma velocidade que você costuma recusar os negócios ruins. Fazendo isso, você vai valorizar o seu currículo, a sua classe trabalhadora, e o mais importante, a sua reputação. Pense nisso.

Espero que tenham gostado da leitura. Valeu!

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